quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mudar é preciso.

Muitos dizem que é preciso mudar, mas na maioria das vezes simplesmente não sabemos fazer isso porque não sabemos o que mudar, ou se sabemos, ficamos em meio às inúmeras formas possíveis ou impossíveis de resolver o nosso dilema.
As vezes achamos que para mudar precisamos de outras pessoas, ou esperamos que as outras pessoas mudem para tomarmos a atitude necessária.
Mas o fato é que devemos ser responsáveis por nossas atitudes e não depender dos outros ou culpá-los por isso, nos enganando ao fazer concessões disso e daquilo.

Outras vezes empurram a nossa única “vaca” no brejo. Ficamos arrasados. Mas como diz o ditado: “se a vida te der limões faça uma limonada” com muito açúcar para ficar docinha como a vida deve ser (pelo menos é o que eu acho).
Nas horas de perda é que tomamos atitudes que podem mudar o rumo da nossa vida. Ou passamos o resto da vida nos culpando e lamentando por isso ou pensamos em melhorar nesse momento de crise.

Tudo está em constante transformação. Como diria Heráclito Um homem não consegue pisar duas vezes nas águas do mesmo rio, pois o homem já não é o mesmo e nem o rio é mais o mesmo. Tudo vai se transformando à medida que vamos crescendo e vendo as coisas com outros olhos, aprendendo com as situações que passamos.
As vezes mudamos e nem nos damos conta disso. As vezes queremos e não nos damos a chance de começar esse desafio. Mas para quem está sentindo que nesse momento isso é preciso, deixo um pensamento de Fernando Pessoa:

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares...
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos. Fernando Pessoa

sábado, 15 de agosto de 2009

" A insustentável leveza do ser"

Imaginem que nossos sentimentos estão pendurados em um móbile e quando bate o vento todos os sentimentos e emoções balançam, mudam de lugar, se entrelaçam. Os sentimentos são emoções positivas necessárias ao ser humano, que podem continuar positivas ou se tornarem negativas, de acordo com as atitudes que tomamos.
O medo é um grande motivador para a mudança. Pode ser covarde ou dar coragem.
A paixão é o maior intensificador dos sentimentos. Quando estamos apaixonados todas as emoções são sentidas de maneira mais intensa ( mais tensão, mais ansiedade, mais raiva, mais pressa).
O amor é uma construção e paixão é uma busca para superar algo.

O ser é muito leve, como um contorno que nunca conseguimos preencher. Alheio a compromissos, busca a liberdade e a felicidade e está disposto a enfrentar os ventos que batem nesse móbile carregado de sentimentos.
Fazemos escolhas sem a ajuda da razão, por isso pequenos detalhes fazem toda a diferença.

A insustentável leveza do ser de Kundera pode clarear essas idéias. Ou não. Mas fica a sugestão.